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Advogada (Universidade Presbiteriana Mackenzie – São Paulo, 2014), especialista em direito sanitário e mestre em Direito Civil (Universidade de São Paulo, 2021). Possui Certificação Profissional em Compliance na Saúde – CPC – S (LEC/FGV, 2025). É professora convidada de instituições de excelência, como Ensino Einstein, Universidade Presbiteriana Mackenzie, LEC Legal, Ethics & Compliance. Autora de obras jurídicas.

IA na medicina e a resolução do Cremers: avanço ou retrocesso?

Embora louvável reconhecer a relevância da IA na prática médica, resolução extrapola competência e traz fragmentação normativa

LGPD e defesa do consumidor: reflexões sobre biometria em farmácias e drogarias

O artigo objetiva avaliar a possibilidade, legal, teórica e prática, de farmácias/drogarias obterem dados biométricos de consumidores para a concessão de benefícios, a partir da análise da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/18 – “LGPD”) e do Código de Defesa do Consumidor (“CDC”). Discute-se os obstáculos verificados à implementação da prática, bem como o caso emblemático do Grupo Raia Drogasil, que foi questionado e sancionado administrativamente pela prática.

Compartilhamento de dados pessoais sensíveis na saúde: o caso dos CPFs

A Lei SP nº 17.301/20 proíbe farmácias de exigirem o CPF para descontos sem transparência. Aliada à LGPD, a norma busca proteger dados sensíveis de saúde contra o compartilhamento indevido com terceiros, promovendo ética e inclusão digital responsável.

Compartilhamento de risco ainda é ponto obscuro da LGPD

O Ministério da Saúde utiliza acordos de compartilhamento de risco para adquirir medicamentos como o Spinraza. O desafio reside em monitorar desfechos clínicos sem ferir a LGPD, equilibrando a proteção de dados sensíveis dos pacientes com a transparência pública.
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