A RNDS adotou o FHIR (Fast Healthcare Interoperability Resources) como padrão técnico, alinhando o Brasil às melhores práticas internacionais. Contudo, a definição de um padrão técnico é apenas a etapa inicial.
O PL 5.875/2013 promete fazer os sistemas de saúde conversarem. Mas, antes disso, é necessário padronizar o que cada palavra significa e permitir que o cidadão possa contestar uma tradução errada
Premiado no BrasilGov Summit 2026, o pesquisador André Luiz Pereira conta sua trajetória e explica como sua pesquisa em inteligência artificial busca fortalecer a captação de doadores de sangue no SUS.
Caroline Lira e Kamila Rios analisam as complexidades éticas e legais do tratamento de dados de idosos em pesquisas digitais. O estudo busca promover a inclusão tecnológica com responsabilidade e proteção a esse grupo vulnerável.
A Alemanha tornou obrigatórias as receitas médicas eletrônicas em 2024, unindo inovação e proteção de dados. O sistema digital, integrado ao prontuário eletrônico e apoiado pela DigiG, promete mais segurança, eficiência e participação dos pacientes, inspirando debates sobre saúde digital no Brasil.
O modelo open health propõe maior transparência e compartilhamento de dados de saúde no Brasil, inspirado no open banking. Apesar dos potenciais benefícios para inovação e assistência, especialistas alertam para riscos à privacidade, ética e proteção de dados sensíveis dos cidadãos.
O artigo objetiva avaliar a possibilidade, legal, teórica e prática, de farmácias/drogarias
obterem dados biométricos de consumidores para a concessão de benefícios, a partir da análise da
Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/18 – “LGPD”) e do Código de Defesa do Consumidor
(“CDC”). Discute-se os obstáculos verificados à implementação da prática, bem como o caso
emblemático do Grupo Raia Drogasil, que foi questionado e sancionado administrativamente pela
prática.