Publicações

Artigos, análises e reflexões produzidos por nossos autores sobre os desafios do mundo digital.

Desafios Legais e Éticos em Pesquisas de Interação Humano-Computador com Idosos: Uma Abordagem Multidisciplinar

Caroline Lira e Kamila Rios analisam as complexidades éticas e legais do tratamento de dados de idosos em pesquisas digitais. O estudo busca promover a inclusão tecnológica com responsabilidade e proteção a esse grupo vulnerável.

IA na medicina e a resolução do Cremers: avanço ou retrocesso?

Embora louvável reconhecer a relevância da IA na prática médica, resolução extrapola competência e traz fragmentação normativa

Digitalização da saúde: o receituário eletrônico alemão

A Alemanha tornou obrigatórias as receitas médicas eletrônicas em 2024, unindo inovação e proteção de dados. O sistema digital, integrado ao prontuário eletrônico e apoiado pela DigiG, promete mais segurança, eficiência e participação dos pacientes, inspirando debates sobre saúde digital no Brasil.

Compartilhamento de dados em saúde: o que esperar do Open health no Brasil

O modelo open health propõe maior transparência e compartilhamento de dados de saúde no Brasil, inspirado no open banking. Apesar dos potenciais benefícios para inovação e assistência, especialistas alertam para riscos à privacidade, ética e proteção de dados sensíveis dos cidadãos.

LGPD e defesa do consumidor: reflexões sobre biometria em farmácias e drogarias

O artigo objetiva avaliar a possibilidade, legal, teórica e prática, de farmácias/drogarias obterem dados biométricos de consumidores para a concessão de benefícios, a partir da análise da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/18 – “LGPD”) e do Código de Defesa do Consumidor (“CDC”). Discute-se os obstáculos verificados à implementação da prática, bem como o caso emblemático do Grupo Raia Drogasil, que foi questionado e sancionado administrativamente pela prática.

Compartilhamento de dados pessoais sensíveis na saúde: o caso dos CPFs

A Lei SP nº 17.301/20 proíbe farmácias de exigirem o CPF para descontos sem transparência. Aliada à LGPD, a norma busca proteger dados sensíveis de saúde contra o compartilhamento indevido com terceiros, promovendo ética e inclusão digital responsável.

Compartilhamento de risco ainda é ponto obscuro da LGPD

O Ministério da Saúde utiliza acordos de compartilhamento de risco para adquirir medicamentos como o Spinraza. O desafio reside em monitorar desfechos clínicos sem ferir a LGPD, equilibrando a proteção de dados sensíveis dos pacientes com a transparência pública.
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